segunda-feira, 31 de março de 2008

São Benjamim, Mártir



31 de março (+ Pérsia, séc. V)
Era diácono e pregava a verdadeira religião entre os adoradores do fogo que dominavam a Pérsia.

Foi aprisionado e sofreu tormentos espantosos por se recusar a adorar o fogo.

Afinal morreu empalado, por amor a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Nasceu na Pérsia em 394DC. Converteu-se ao cristianismo e foi sagrado diácono. Foi preso pela sua fé, por um ano, e foi libertado com a condição de nunca mais falar sobre Cristo e que ele nunca fosse ouvido pela corte real. Benjamin tornou-se um pregador de rua proclamando a palavra de Deus por onde passava.


Diz à tradição que, quando os ouvintes não acreditavam em suas palavras, ele simplesmente curava um cego, paralítico ou leproso para mostrar aos incrédulos o poder de Jesus. Com isso converteu centenas. Pela sua obstinação em evangelizar seu povo, durante as perseguições do Rei Varanes, ele foi preso, torturado para renegar a sua fé publicamente, e como não o fizesse foi duramente martirizado.

As terríveis atrocidades do Rei Varanes, são relatadas pelo historiador contemporaneo Theodoret em sua "Eclesiastical History".No seu julgamento, São Benjamim perguntou ao Rei o que ele acharia de um súdito que renunciasse a sua lealdade e da mesma forma ele não poderia renunciar a Cristo. O rei ordenou que enfiassem farpas de bambu debaixo de suas unhas e nas partes mais sensíveis de seu corpo. Como Benjamin não cedeu o Rei mandou que enfiassem uma estaca grossa e cheia de nós, pelo seu anus atravessando seu intestino. Ele expirou em terrível agonia, em 424 DC na Pérsia.

Ele é muito venerado na Rússia e Grécia.

terça-feira, 25 de março de 2008

Santa Léia, Viúva



22 de março
(+ Roma, 383)
Nobre romana, dirigida espiritual de São Jerônimo, que escreveu seu elogio.

Depois de viúva retirou-se a um mosteiro, do qual chegou a ser superiora.

Páscoa!!


A Luz resplandeceu! Demos graças a Deus!


Felizes, reunimo-nos em Comunidade para proclamar a Páscoa do Senhor. Ele está vivo para sempre e entre nós. Sua ressurreição é a verdade sobre a vida, sobre o homem e a mulher: Nele não há mais morte porque a vida é vencedora! Ninguém é capaz de conter a luz nova da Páscoa que resplandeceu sobre o mundo. Por isso, demos graças a Deus Pai que ressuscitou o Redentor do mundo!

São Turíbio de Mogrovejo, Bispo e Confessor



23 de março
(+ Peru, 1606)
Era advogado e membro destacado do Tribunal da Santa Inquisição, no sul da Espanha.Embora fosse leigo, seu conhecimento teológico e sua piedade fizeram com que fosse nomeado arcebispo de Lima, pelo Papa Gregório XIII.Recebeu as ordens menores, foi ordenado sacerdote e pouco depois recebeu a sagração episcopal. Modelo de pastor e de verdadeiro benfeitor dos índios, durante 25 anos dedicou-se incansavelmente ao apostolado no Peru.

Santa Catarina da Suécia, Virgem



24 de março
(+ Valdstena, Suécia, 1381)
Era filha de Santa Brígida e tinha parentesco com a família real sueca.Casou com um nobre de grande virtude e, de comum acordo com ele, ambos conservaram castidade perfeita. Ficou viúva ainda jovem. Sendo de excepcional beleza, teve muita dificuldade para livrar-se dos numerosos pretendentes à sua mão.Conseguiu afinal recolher-se ao mosteiro de Valdstena, fundado por Santa Brígida, chegando a ser superiora dele.

Maria, me toma pelas suas mãos…



Não podemos supor que o menino Jesus não tenha tropeçado e que nunca tenha caído ao chão, quando aprendia a engatinhar, e dar os primeiros passos. Maria certamente acudia solícita para levantá-lo e logo certamente o leva pela mão, para sustentá-lo e guiá-lo.


Agora, quando Maria vê que seus filhos caíram em pecado mais pela fraquesa do que pela má vontade, também acode pronta para socorrer-nos.


Se não queremos voltar a caír e acostumarmos a caminhar na via do Senhor, deixemo-nos que Maria nos tome pela mão, apoiemo-nos nela, guiados por seu espírito, alentados por seu amor, animados por seu olhar, sustentados por sua companhia, tranquilizados por sua devoção.


Mãe, implora o perdão para as mães que rejeitam seus filhos antes de fitá-los nos olhos.

Amém.


lv "Os Cinco Minutos de Maria" Alfonso Milagro

Anunciação do Anjo e Encarnação do Verbo


25 de março

Na humildade e no recolhimento de um lar de Nazaré se passou o mais transcendente acontecimento da História.

Quando a Santíssima Virgem respondeu ao Arcanjo São Gabriel "Faça-se em mim segundo a tua palavra" (São Lucas, 1,38), o próprio Verbo de Deus, a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade, "se fez carne e habitou entre nós" (São João, 1,14).

Tinha assim início o processo de Redenção do gênero humano, o qual culminaria no Calvário, com a Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

No sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado a uma cidade da Galiléia chamada Nazaré. Foi a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José, que era descendente de Davi. E o nome da virgem era Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse:
"Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está com você!"
Ouvindo isso, Maria ficou preocupada, e perguntava a si mesma o que a saudação queria dizer. O anjo disse:
"Não tenha medo, Maria, porque você encontrou graça diante de Deus. Eis que você vai ficar grávida, terá um filho, e dará a ele o nome de Jesus. Ele será grande, e será chamado Filho do Altíssimo. E o Senhor dará a ele o trono de seu pai Davi, e ele reinará para sempre sobre todos os descendentes de Jacó. E o seu reino não terá fim."

Maria perguntou ao anjo:
"Como vai acontecer isso, se não vivo com nenhum homem?"

O anjo respondeu:
"O Espírito Santo virá sobre você, e o poder do Altíssimo a cobrirá com sua sombra. Por isso, o Santo que vai nascer de você será chamado Filho de Deus. Olhe a sua parenta Isabel: apesar de sua velhice, ela concebeu um filho. Aquela que era considerada estéril, já faz seis meses que está grávida. Para Deus nada é impossível." Maria disse:
"Eis a escrava do Senhor. Faça-se em mim segundo a tua palavra."
E o anjo a deixou.
. . .
( Evangelho de Lucas 1, 26-38 )

Paz


Se a provação te aflige, Deus te conceda paz.
Se o cansaço te pesa, Deus te sustente em paz.
Se te falta a esperança, Deus te acrescente a paz.
Se alguém te ofende ou fere, Deus te renove em paz.
Sobre as trevas da noite, o Céu fulgura em paz.
Ama, serve e confia. Deus te mantém em paz.
EMMANUEL

quinta-feira, 20 de março de 2008

Quarenta Santos Mártires de Sebaste



10 de março (+ Armênia, 320)

Hoje estamos lembramos o testemunho dos quarenta Mártires que deram tão grande testemunho de fé e coragem que Santo Éfrem expressou-se quanto a eles: "Que desculpa poderemos apresentar ao tribunal de Deus, nós, que, livres de perseguição e torturas, deixamos de amar a Deus e trabalhar na salvação de nossas almas?" O testemunho da ousadia destes homens que no século IV foram impelidos pelo imperador Licínio a um juramento de fidelidade para todos os soldados que consistia em sacrificar aos ídolos protetores do Império.

Diante da injusta ordem das autoridades, quarenta cristãos pertencentes a guarda do Império recusaram a direção e foram sinceros ao dizerem: "Até ao presente combatemos e vencemos a serviço dum senhor mortal como nós; agora queremos lutar e vencer sob a bandeira de Cristo, que é o Deus verdadeiro a quem devemos obediência e adoração!" Desta forma venceram e ganharam o direito da coroa imperecível, já que irredutíveis foram torturados.

Eram quarenta soldados cristãos, de várias nacionalidades, que foram presos e submetidos ao suplício de serem lançados nus, em pleno inverno, num lago semigelado.

Foi um suplício lento e extremamente doloroso. A certa altura um dos supliciados resolveu renunciar a Jesus Cristo e saiu do lago, morrendo imediatamente e sem ter alcançado a palma do martírio. Um dos guardas pagãos, tocado pela graça, lançou-se ao lago proclamando que também queria ser cristão e morrer por Nosso Senhor. Ficou completo, assim, o número dos mártires.

O mais jovem de todos sobreviveu até o ponto de morrer nos braços da amada mãe; hoje estamos combatendo o mistério da iniquidade com ardor, fé e a Graça de conviveu hoje.

São Martinho de Braga, Bispo



20 de março

Nascido em território que atualmente pertence à Hungria, transferiu-se para a Península Ibérica, depois de ter sido durante algum tempo monge na Terra Santa.

Foi bispo de Braga, a Sé Primacial de todas as Espanhas.

Era muito grande sua erudição e deixou escritos de grande valor.

Martinho de Dume, Martinho Dumiense ou ainda Martinho de Braga (ou Martinho Bracarense) são os vários nomes por que é conhecido Martinho da Panónia, um bispo de Braga e de Dume considerado santo pela Igreja Católica.

Martinho nasceu na Panónia, actual Hungria, no século VI. Estudou grego e ciências eclesiásticas no Oriente. De volta ao Ocidente, dirigiu-se para Roma e para a França, onde visitou o túmulo do seu conterrâneo Martinho de Tours. É tido como o apóstolo dos Suevos, responsável maior pela sua conversão do arianismo ao catoliscismo.

Estabeleceu um mosteiro numa aldeia das proximidades de Braga, Dume, a partir do qual começou a irradiar a sua pregação. Estabeleceu a diocese de Dume (caso único na história cristã - confinada ao mosteiro a que presidia), da qual foi primeiro bispo e, depois, por vacatura da diocese bracarense, foi feito metropolita de Braga, então capital do reino suevo.

Reuniu o Concílio de Braga em 563, tendo proibido que se cantassem muito dos hinos e cantos de carácter popular que estavam incluídos nas missas e noutras celebrações. Ao longo dos anos, a música litúrgica foi sendo fixada no Cantochão, mas o povo, apoiado num substrato musical muito antigo, apoderou-se de alguns destes cânticos da Igreja e popularizou-os, dando-lhes a sua interpretação própria.

Para além de batalhador pela ortodoxia contra os arianos, foi também um fecundo escritor. Entre as principais obras, citamos: Escritos canônicos e litúrgicos. Destacou-se também como tradutor (designadamente, dos Pensamentos dos padres egípcios).
Morreu no dia 20 de março de 579 e foi sepultado na catedral de Dúmio. Para si compôs o seguinte epitáfio: Nascido na Panônia, atravessando vastos mares, impelido por sinais divinos para o seio da Galícia, sagrado bispo nesta tua igreja, ó Martinho confessor, nela instituí o culto e a celebração da missa. Tendo-te seguido, ó patrono, eu, o teu servo Martinho, igual em nome que não em mérito, repouso agora aqui na paz de Cristo.

Martinho de Dume é também uma figura de capital importância para a história da cultura e língua portuguesas; de fato, considerando indigno de bons cristãos que se continuasse a chamar os dias da semana pelos nomes latinos pagãos de Lunae dies, Martis dies, Mercurii dies, Jovis dies, Veneris dies, Saturni dies e Solis dies, foi o primeiro a usar a terminologia eclesiástica para os designar (Feria secunda, Feria tertia, Feria quarta, Feria quinta, Feria sexta, Sabbatum, Dominica Dies), donde os modernos dias em língua portuguesa (Segunda-feira, Terça-feira, Quarta-feira, Quinta-feira, Sexta-feira, Sábado e Domingo), caso único entre as línguas novilatinas, dado ter sido a única a substituir inteiramente a terminologia pagã pela terminologia cristã.

Isto explica o facto de os mais antigos documentos redigidos em português, fortemente influenciados por este latim eclesiástico, não terem qualquer vestígio da velha designação romana dos dias da semana, prova da forte acção desenvolvida por Martinho e seus sucessores na subsituição dos nomes.

Martinho tentou também substituir os nomes dos planetas, mas aí já não foi tão bem sucedido, pelo que ainda hoje os chamamos pelos seus nomes clássicos pagãos.


Obras
Pro Repellenda Iactantia (Em favor da jactância que deve ser repelida)
Item de superbia (Acerca da soberba)
Exhortatio humilitatis (Exortação da humildade)
Sententiae Patrum Aegyptiorum (Sentenças dos Padres Egípcios)
De ira (Da Ira)
De correctione rusticorum (Da Correcção dos rústicos)
Formula vitae honestae (Fórmula da vida honesta)

quarta-feira, 19 de março de 2008

Reflexão - março 2008




Cantinho da Reflexão

com Mons. Jonas Abib


Ou santa, ou nada!

Neste mês de comemoração do papel das mulheres na sociedade, é importante lembrar que precisam confiar em Deus para vencer uma verdadeira conspiração que se estabeleceu contra elas.

O inimigo, que é o príncipe deste mundo, está conspirando contra elas. Deus quer que você, mulher, chegue ao máximo, porque o Senhor precisa de você como precisou da Virgem Maria.

A Igreja e o mundo precisam de você.Você não deve bobear, nem cair nas armadilhas do mundo. Deus precisa de você. Seus filhos, seu marido, sua família precisam de você. Fixe o seu coração em Deus, ponha a sua meta em Jesus. E você, mais do que ninguém, precisa repetir com convicção: "Por hoje não vou mais pecar". Diga com veemência: "Ou santa ou nada", porque a sua família precisa da sua santidade.

Eu posso dizer sem receio que Deus também precisa da sua santidade. Você é muito mais do que o sal, a luz e o fermento, dos quais falou Jesus. Por isso, não perca a sua "qualidade de sal", de "fermento" e, principalmente, de "luz" para este mundo.

Deus te abençoe, mulher! Não só neste mês, mas em todos os meses e em todos os anos.

Lembre-se: "Ou santa, ou nada".

Seu irmãoMonsenhor Jonas Abib

Mais informações:http://www.cancaonova.com/

São José

São José em quadro de Guido Reni

19 de março
Príncipe da Casa Real de Davi e ao mesmo tempo humilde carpinteiro, é difícil se poder avaliar a grandeza de sua missão.É considerado o Patrono da Boa Morte porque morreu assistido pela Santíssima Virgem, sua Esposa, e pelo próprio Homem-Deus, de quem era pai adotivo.Foi também declarado Patrono da Santa Igreja.

José é um personagem célebre do Novo Testamento da Bíblia por ser o pai legal de Jesus, o fundador do Cristianismo. Pela tradição e pelas Escrituras, nasceu em Belém (Judéia) da Judéiano século I a.E.C., era pertencente à tribo de Judá e descendente do rei Davi de Israel.
Segundo a tradição, José foi designado por Deus para se casar com a jovem Maria, mãe de Jesus, que era uma das consagradas do Templo de Jerusalém, e passou a morar com ela e sua família em Nazaré, uma localidade da Galileia. Segundo a Bíblia, era carpinteiro de profissão, ofício que teria ensinado seu filho.

Segundo a Biblia, no Evangelho de Lucas, o Imperador Augusto, ordenou um recenseamento em todo o Império Romano, que na época incluia toda a região, e a jovem Maria e seu esposo José se dirigiram a Belém, por ser esta, terra de seu esposo. Nessa época, submetido ao Império Romano, reinava na Judéia Herodes o Grande, célebre pela crueldade.

O texto do Evangelho deixa claro que José era o pai legal e certo de Jesus, pelo que (Mateus 1) é através de José que é referida a ascendência de Jesus até Davi e Abraão, embora o texto deixe inequívoco que ele não foi o pai biológico de Jesus. José quando encontrou Maria grávida "sem antes terem coabitado", "sendo justo e não a querendo infamar, resouveu deixá-la secretamente", quando na época a lei bíblica vigente (Deuteronômio 22) prescrevia a lapidação (morte por pedradas) das adúlteras. Eis que, então, enquanto José dormia, apareceu-lhe, em sonho, um anjo que pede-lhe que não tema em receber Maria como sua esposa, "pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo", passagem normalmente interpretada pelos cristãos como uma concepção sem necessidade de uma participação masculina e, desde que se a suponha também virgem, de uma concepção virginal (já por tradições judaicas, Jesus é referido como "mamzer", algo como bastardo). De qualquer forma, portanto, o Evangelho não deixa dúvidas de que não é "pela carne" que Jesus herda os títulos messiânicos de "filho de Davi" e "filho de Abraão" com o que Mateus abre o Novo Testamento.

O texto evangélico também é insistente —ao apresentar a genealogia de José e citar uma linha patrilinear que inclui os reis de Judá e vai até Davi e Abraão— em ressaltar terríveis impurezas morais na ancestralidade de José, o marido de Maria a mãe de Jesus. Entre tantos homens, somente quatro mulheres, além de Maria, são citadas por Mateus nessa lista genealógica: Tamar, Raabe, Rute e a mulher de Urias (Betsabé), respectivamente: uma incestuosa, uma prostituta, uma estrangeira (era proibido aos israelitas casarem-se com estrangeiras) e a que foi tomada como esposa pelo rei Davi, que para obter isso encomendou a morte de seu marido, Urias, significando aqui o assassinato e o adultério.

Nessa época, Maria, sua esposa deu à luz Jesus numa manjedoura, pois não encontraram outro local para se hospedarem em Belém. Devido a tirania do rei Herodes e de sua fúria em querer matar o menino Jesus por ter ouvido que havia em Belém nascido o Cristo (o Messias), a Biblia, no Evangelho de Mateus, refere que Deus, igualmente em sonho, orientou seu esposo José para que fugissem para o Egito. Assim, apenas nascido, Jesus já era um exilado, juntamente com José e Maria seus pais.

Posteriormente, tendo Herodes morrido, um anjo de Deus, igualmente em sonho, aparece a José e orienta-o para que regressem à terra de Israel "porque já morreram os que atentavam contra a vida do menino". Ao regressar, tendo ouvido que Arquelau reinava na Judéia no lugar de seu pai Herodes, temeu ir para lá e, por mais uma vez, em sonho, tendo sido prevenido por divina advertência, retirou-se para a região da Galiléia, voltando a família a residir em Nazaré.
O lugar que José ocupa no Novo Testamento é discreto: está totalmente em função de Cristo e não por si mesmo. José é um homem silencioso, e pouco aparece na Bíblia. Não se sabe a data aproximada de sua morte, mas ela é presumida como anterior ao início da vida pública de Jesus.
São José é um dos santos mais populares da Igreja Católica, tendo sido proclamado "protetor da Igreja universal", por seu ofício, "padroeiro dos trabalhadores" e, pela fidelidade a sua esposa, como "padroeiro das famílias", sendo também padroeiro de muitas igrejas e lugares do mundo.
Categorias de páginasSantos Personagens bíblicos

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Este artigo é cortesia de aidepikiW e é licenciado sob o GNU Free Documentation License 1.2.Esta página foi modificada pela última vez a 02:00, 10 Setembro 2006.Este artigo da enciclopédia, da história, da geografia e da biografia sobre o São José contem a pesquisa sobre São José, Santos e Personagens bíblicos.Você pode contatar Arikah em mf.liamtsaf@hakir_a (em inglês por favor).
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http://www.arikah.net/enciclopedia-portuguese/São_José



Oração a São José - (19 de março) Ó Glorioso São José, a quem foi dado o poder de tornar possíveis as coisas humanamente impossíveis, vinde em nosso auxílio nas dificuldades em que nos achamos. Tomai sob vossa proteção a causa importante que vos confiamos, para que tenha uma solução favorável. Ó pai muito amado, em vós depositamos toda nossa confiança. Que ninguém possa jamais dizer que vos invocamos em vão. Já que tudo podeis junto de Jesus e Maria mostrai-nos que vossa bondade é igual ao vosso poder. São José, a quem Deus confiou o cuidado da mais Santa Família que jamais houve, sede, nós vo-lo pedimos, ó Pai e protetor da nossa, e impetrai-nos a graça de vivermos e morrermos no amor de Jesus e Maria! São José, rogai por nós!

terça-feira, 18 de março de 2008

São Cirilo de Jerusalém, Bispo, Confessor e Doutor da Igreja



18 de março
Patriarca de Jerusalém, sofreu perseguições dos hereges durante seu pontificado, sendo três vezes desterrado e passando, no total, 16 anos no exílio.

Ele nos fala sobre a Quaresma como tempo para a conversão. Eu particularmente sou apaixonado por textos dos Santos Padres e Doutores da Igreja, sobretudo dessa época, pois é um tempo onde a Igreja está no cerne. Isso nos mostra que a Igreja Católica é a mesma desde sempre. Veja o texto de São Cirilo:


É agora o tempo da confissão. Confessa as tuas faltas por palavras e por ações, as da noite e as do dia. Confessa-as neste “tempo favorável”, neste “dia de salvação” (Is 49,8; 2Co 6,2); recebe o tesouro celeste… Deixa o presente e crê no futuro.

Percorreste tantos anos sem interromper os teus vãos trabalhos da terra e não podes parar quarenta dias para te ocupares do teu próprio fim? “Parai e sabei que eu sou Deus”, diz a Escritura (Sl 45,11).

Renuncia à multidão de palavras inúteis, não maldigas, não escutes também o maledicente, mas põe-te disponível para rezar. Mostra na ascese o fervor do teu coração; purifica esse receptáculo para receber uma graça mais abundante. Porque a remissão dos pecados é dada igualmente a todos, mas a participação no Espírito Santo é concedida na medida da fé de cada um. Se te esforçares pouco, recolhes pouco; se trabalhares muito, grande será a tua recompensa. És tu mesmo que estás em jogo ; vela pelo teu interesse. Se tens uma queixa contra alguém, perdoa-lhe. Acabas de receber o perdão das tuas faltas, impõe-se que também tu perdoes ao pecador, porque com que cara dirás ao Senhor: “Afasta de mim os meus numerosos pecados”, se tu mesmo não perdoaste ao teu companheiro e as suas faltas para contigo (cf. Mt 18,23s)?

Eis a diferença entre a verdadeira Igreja de Cristo e as demais… A fidelidade no anúncio da Palavra.



sexta-feira, 14 de março de 2008

São Nicéforo, Mártir



13 de março

Foi Patriarca de Constantinopla e faleceu no desterro, porque defendeu o culto às imagens sagradas contra a heresia dos iconoclastas.

É honrado como mártir pelo muito que sofreu nas perseguições de que foi vítima por sua fidelidade à doutrina e ao espírito da Santa Igreja.

Santa Matilde, Viúva



14 de março

A rainha Santa Matilde, depois de viúva de Henrique, o Passarinheiro, foi despojada de seus bens pelos filhos e ficou algum tempo reclusa num mosteiro.

Quando recuperou sua posição, dedicou-se a obras de caridade e fundou igrejas, mosteiros e hospitais.

Praticou milagres e fez profecias.

Foi avó de Hugo Capeto, primeiro monarca francês da dinastia capetíngia.

De Santa Matilde descendem os reis de Portugal e a Família Imperial Brasileira.

sexta-feira, 7 de março de 2008

Santa Perpétua e Santa Felicidade, Mártires


7 de março (+ Cartago, 203)
Perpétua era uma nobre cartaginesa, de 22 anos, e Felicidade era uma escrava também jovem. Por serem cristãs foram aprisionadas. Perpétua levou consigo um filhinho de tenra idade, e Felicidade estava grávida e deu à luz na prisão, dois dias antes de serem martirizadas. Ambas tiveram seus nomes inscritos no Cânon da Missa.

As duas santas foram martirizadas em 7 de março de 203, na cidade de Cartago, por ordem do imperador romano Sétimo Severo, que havia proibido a conversão de Cristãos. Em conseqüência deste decreto, cinco catecúmenos foram caçados e presos em Cartago: Perpétua, uma jovem casada de origem nobre; a escrava Felicidade e seu companheiro Revocatus; Saturnino e Secundulus.

A seguir se juntou ao grupo Saturus, que se declarou Cristão perante o júri.
Antes de serem enviados para a prisão, os cinco catecúmenos foram batizados. Uma visão indicou a Perpétua que seu martírio estava próximo. Seu pai, pagão, tentou convencê-la renegar sua fé para escapar do martírio, mas foi em vão.

O julgamento correu com o Procurador Hilariano e os seis confessaram sua Fé Cristã. Novamente o pai de Perpétua, com o filho dela nos braços, tenta convencê-la a abandonar a Fé, com ajuda do procurador, mas ela continua irredutível.

Os Cristãos foram condenados a serem despedaçados por feras e eles agradeceram a Deus pelo martírio. Santa Perpétua teve visões de seu irmão mais novo ficando mais feliz e saudável. Em outra visão ela se viu conquistando um etíope selvagem, o que a fez acreditar que ela não iria lutar com animais mais sim com o Demônio. Saturus também escreveu suas visões, onde ele viu a si mesmo e a Perpétua sendo carregados por anjos para um jardim, onde eles encontrariam outros africanos martirizados na mesma perseguição.

Os Cristãos iriam para a arena com os animais em jogos realizados durante as comemorações de aniversário do imperador Geta. Secundulus morreu na prisão. Felicidade, que ao ser presa estava com oito meses de gravidez, deu à luz na prisão dois dias antes da data dos jogos e a criança foi adotada por uma Cristã.

No dia 7 de março, eles foram levados para o anfiteatro. A pedido da multidão pagã eles foram chicoteados e um porco selvagem, um urso e um leopardo foram atrás dos homens e uma vaca selvagem, das mulheres. Feridos pelos animais, foram decapitados. Os corpos estão enterrados em Cartago, embaixo da Basílica Majorum.

Os nomes de Santa Felicidade e Perpétua foram incluídos no cânon da missa.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Santa Rosa de Viterbo, Virgem



6 de março (+ Viterbo, Itália, 1252)
Morreu com apenas 18 anos.

Sua vida é repleta de episódios maravilhosos. Com apenas 12 anos já exortava a população de Viterbo a fazer penitência e a se manter fiel à Igreja, sem dar ouvidos às heresias que se difundiam na época. Seu corpo foi preservado da corrupção após a morte, e conservou-se perfeitamente intacto até mesmo depois de um incêndio que consumiu a madeira do próprio caixão.